Claro que valeu a pena ter manifestado a minha posição e ter-me batido por ela.
Embora o país não seja um mas dois (vejam aqui), vá-se lá saber porquê (um dia destes escrevo sobre as explicações histórico-geográficas das diferenças), alguma coisa de positivo saíu deste folclore que foi o “antes”. Veremos agora como será o depois.
Embora o país não seja um mas dois (vejam aqui), vá-se lá saber porquê (um dia destes escrevo sobre as explicações histórico-geográficas das diferenças), alguma coisa de positivo saíu deste folclore que foi o “antes”. Veremos agora como será o depois.
Apraz-me deixar apenas o registo desta afirmação que parece andar a par com aquilo que aqui tenho escrito. Ou eu a par com ela, porque seguramente sou menos importante que a senhora que a pronunciou. Mas somos ambas mulheres.
«A decisão de abortar é profundamente pessoal e privada e o Estado não deve impor uma moral»,disse a presidente das Mulheres Socialistas Europeias, Zita Gurmai, aqui.
E agora mudemos de assunto…
«A decisão de abortar é profundamente pessoal e privada e o Estado não deve impor uma moral»,disse a presidente das Mulheres Socialistas Europeias, Zita Gurmai, aqui.
E agora mudemos de assunto…

Maria Amália Vaz de Carvalho
